Sobre Nós
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Criado em Dezembro de 2008 pelo Ministério da Economia e da Inovação (MEI) e instituído junto da Agência para a Energia (ADENE), o Fundo de Apoio à Inovação (FAI) apoia projectos de inovação e desenvolvimento tecnológico nas áreas das energias renováveis e da eficiência energética, que promovam a parceria entre o sistema científico português e as empresas nacionais.
No seu âmbito de financiamento incluem-se:
- • Projectos de investigação e desenvolvimento tecnológico;
- • Projectos pré-industriais através da vertente de capital de risco;
- • Bolsas de mestrado e doutoramento;
- • Conferências e Seminários;
- • Estudos técnicos ou científicos;
- • Campanhas de marketing institucional e/ou sensibilização.
Com uma dotação inicial de cerca de 76 Milhões de Euros, e com a possibilidade de ser reforçado através de dotações complementares, o FAI apresenta-se como um instrumento de suporte ao desenvolvimento das energias renováveis e eficiência energética em Portugal, através da promoção e incentivo ao investimento e colaboração entre o sector empresarial e o sistema científico.
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A criação do Fundo de Apoio à Inovação (FAI) resulta do concurso público internacional lançado pelo Governo para a atribuição de direitos de ligação para 1.700 MW de potência eólica.
Este concurso, publicado no Diário da República, 2ª série, nº 144, de 28 de Julho de 2005, visava a expansão continuada da capacidade eólica do país, a utilização da energia eólica como alavanca de criação de um novo sector industrial e a exploração mais eficiente do recurso eólico, minimizando a variabilidade e as perdas e promovendo a investigação de novos conceitos.
Nos termos e condições previstos no caderno de encargos do concurso, as entidades adjudicatárias assumiram a obrigação de contribuir para a criação de um Fundo de Apoio à Inovação (FAI) dirigido, fundamentalmente, ao financiamento de projectos de inovação, investigação e desenvolvimento tecnológico nas áreas das energias renováveis e eficiência energética.
A dotação inicial do FAI é de um valor aproximado a €76.800.000.
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O Fundo de Apoio à Inovação foi criado com o objectivo de financiar projectos no domínio da inovação, investigação e desenvolvimento tecnológico, prioritariamente nas áreas das energias renováveis e eficiência energética. Os projectos devem promover prioritariamente:
- • O aproveitamento do potencial das energias e fontes de energia renováveis;
- • A implementação de medidas de eficiência energética;
- • A transferência de tecnologia no âmbito das energias renováveis e da eficiência energética para o sistema científico e tecnológico nacional ou para empresas nacionais;
- • A criação e dinamização de infra-estruturas do sistema tecnológico e industrial nacional ligadas às energias renováveis e à eficiência energética;
- • A realização de doutoramentos e mestrados versando temas ligados às energias renováveis e à eficiência energética e, ao mesmo tempo, fomentar o intercâmbio cultural;
- • A realização de estudos, conferências e seminários de cariz científico e tecnológico e campanhas de marketing institucional e/ou sensibilização nas áreas das energias renováveis e eficiência energética.
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Conselho EstratégicoO Conselho Estratégico do Fundo de Apoio à Inovação (FAI) é presidido pelo Ministro da Economia e da Inovação, ou por quem este indicar em sua representação, e por mais seis individualidades por si nomeadas. Compete ao Conselho Estratégico definir a orientação estratégica das actividades do FAI, definir áreas de intervenção e prioridades na afectação do Fundo. Compete-lhe, ainda, pronunciar-se sobre qualquer projecto e ou demais questões que lhe sejam submetidas pela Comissão Executiva. Membros
Comissão ExecutivaProfessor Doutor M. Victor M. Martins É licenciado e doutorado em Economia pela Universidade Técnica de Lisboa (UTL), Professor Catedrático de Economia no Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) desde 1988 e Professor Convidado em várias universidades europeias. As suas áreas de especialização na docência são a Economia Pública e a Economia Industrial, tendo-se dedicado, na investigação e prática profissional, às questões do Ambiente, da Energia e da Sustentabilidade. Professor Doutor Pedro Flores Correia É licenciado e mestre em Engenharia Electrotécnica e de Computadores, perfil de Energia, pelo Instituto Superior Técnico (IST), Universidade Técnica de Lisboa (UTL) e doutorado em Engenharia Electrotécnica pela University of Illinois at Urbana-Champaign. É Professor Auxiliar no Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores (DEEC) do Instituto Superior Técnico desde 2002. Dedica-se, na investigação e prática profissional, às questões da Energia, Análise de Risco e Redes e Sistemas. Nuno Lúcio É Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito de Lisboa. Assessor Principal do quadro do Ministério dos Negócios Estrangeiros. Foi Assessor no gabinete do Ministro da Economia e da Inovação, de Fevereiro a Outubro de 2009. Desempenhou o cargo de Subdirector-geral em várias Direcções-Gerais do Ministério da Economia e da Inovação (DG Relações Económicas e Internacionais; DG Empresa; DG Actividades Económicas) desde Dezembro de 2000. Membro do Conselho de Garantias Financeiras à Exportação e ao Investimento e Colaborador ocasional do CENAD (Centre for European Negotiation and Decisionmaking). |
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O Fundo de Capital de Risco FAI InovCapital Energias, constituído em Fevereiro de 2009, tem como objectivo principal a tomada de participações em empresas ou agrupamentos de empresas que:
- • Demonstrem uma forte aposta na componente de inovação e investigação tecnológica na área das energias renováveis e eficiência energética;
- • Evidenciem uma forte capacidade de exportação de equipamentos desenvolvidos nestas áreas;
- • Sejam signatárias de acordos de colaboração com instituições do sistema científico e tecnológico nacional.
A Administração do Fundo cabe à Sociedade InovCapital – Sociedade de Capital de Risco, S.A..







